"O ímpeto de crescer e viver intensamente, foi tão forte em mim, que não consegui resistir a ele. Enfrentei meus sentimentos. A vida não é racional! É louca e cheia de mágoa. Mas não quero viver comigo mesma. Quero paixão, prazer, barulho, bebedeira, e todo o mal. Quero ouvir música rouca, ver rostos, roçar em corpos, beber um Benedictine ardente. Quero conhecer pessoas perversas, ser íntima delas. Quero morder a vida, e ser despedaçada por ela. E estava esperando. Esta é a hora da expansão, do viver verdadeiro.Todo o resto foi uma preparação. A verdade é que sou inconstante, com estímulos sensuais em muitas direções. Fiquei docemente adormecida por alguns séculos, e entrei em erupção sem avisar." Por Anais Nin -
Descreve a alma da mulher pagã, da Deusa adormecida dentro de cada uma de nós, Sacerdotisas da Grande Mãe, essa mistura tão inebriante de virtudes e defeitos que faz de nós seres tão fascinantes e misteriosos. Somos capazes de criar guerras, de gerar vidas ou acabar com elas. Grande é o poder que reside no mistério de ser mulher. Somos as Conselheiras Sábias de nosso clã, a Curandeira, a Parteira, a Guerreira, o elo entre os mundos, somos livres para ser o que desejarmos. Ouse ouvir a voz de sua Deusa Interior, deixe sua Mulher Selvagem, sua Loba uivar, correr livre pelos campos... viva... ame... sinta... não se contenha, deixe-se transbordar, flua com as águas do Útero da Grande Mãe, no movimento das marés que seguem a Mãe Lua. Não tenha medo de ser você, o medo nos limita, cria impossibilidades imaginárias e ilusórias. Seja você, simplesmente Mulher...
O primeiro traço de união importante que vi entre os padrões mitológicos e a psicologia das mulheres foi fornecido por Erich Neumann. Ele é analista junguiano. Em seu livro Amor and Psyche, Neumann usava a mitologia como meio de descrever a psicologia feminina. Percebi que a combinação de Neumann entre mito e comentário psicológico era um poderoso instrumento de insight.
No mito grego de Amor e Psique, por exemplo, a primeira tarefa de Psique era a de separar um enorme e desordenado monte de sementes, colocando cada espécie de grão num montículo separado. Sua reação inicial a esta tarefa, bem como às três tarefas seguintes, foi de desespero. Percebi que o mito se encaixava a certo número de minhas pacientes mulheres que estavam se esforçando com várias tarefas importantes. Uma era estudante graduada que sentiu-se incapacitada diante de uma dissertação, não sabendo como poderia organizar o amontoado de matéria. Uma outra era uma jovem mãe oprimida. Ela tinha que calcular o que fizera de seu tempo, selecionar prioridades e encontrar um modo para continuar a pintar. Cada mulher era chamada a fazer mais do que era capaz, como Psique, porém num setor que ela mesma escolhera. Ambas reagiram ao mito que espelhou a situação delas, proporcionou-lhes insight para o modo como elas reagiam a novas exigências, e deu um sentido amplo a seus esforços. Quando a mulher sente que há uma dimensão mítica para alguma coisa que ela esteja empreendendo, o conhecimento toca e inspira profundos centros criativos nela. Os mitos evocam sentimento e imaginação e tocam temas que são parte da herança coletiva humana. Os mitos gregos- e todos os outros contos de fada e mitos que ainda são contados há milhares de anos - permanecem correntes e pessoalmente relevantes, porque há uma ressonância de verdade neles sobre experiências humanas compartilhadas. Quando um mito é interpretado, intelectual ou intuitivamente, isso pode resultar em alcance novo de compreensão. Um mito é como um sonho do qual nos lembramos, até mesmo quando não é compreendido, porque ele é simbolicamente importante.
De acordo com o mitologista Joseph Campbell, "sonho é mito personalizado; mito é sonho despersonalizado". Não é de admirar que os mitos invariavelmente pareçam algo vagamente familiar. Quando um sonho é corretamente interpretado, a pessoa que sonha tem um lampejo de insight - expresso por um "Aha!" - pois a situação à qual o sonho se refere torna-se clara. A pessoa que sonha intuitivamente agarra e conserva o conhecimento. Quando, ao interpretar um mito, alguém deixa escapar um "Aha!", o mito determinado está simbolicamente chamando a atenção para alguma coisa que é importante para ele ou ela. A pessoa agora compreende alguma coisa e vê através da verdade. Este nível mais profundo de compreensão tem ocorrido em auditórios para os quais eu tenho falado. Isso acontece quando conto os mitos e depois interpreto seus significados. E um modo de aprender que lembra algo no qual a teoria sobre a psicologia feminina torna-se autoconhecimento ou conhecimento sobre mulheres expressivas com quem os homens e as mulheres da platéia estão relacionados.
Comecei a usar a mitologia em seminários sobre a psicologia das mulheres quase no fim dos anos 60 e começo dos anos 70. Usei-a primeiramente no centro médico da Universidade da Califórnia, no Instituto Psiquiátrico Langley Porter; depois em Santa Cruz, na Universidade da Califórnia e no Instituto C. G. Jung, em São Francisco. Na década e meia seguinte, a palestra deu-me mais oportunidade para desenvolver meus pensamentos e obter respostas dos auditórios nos seguintes lugares: Seattle, Minneapolis, Denver, cansas City, Houston, Portland, Fort Wayne, Washington D.C., Toronto, New York e a área da baía de São Francisco, onde moro. Onde quer que eu palestrasse, a resposta era a mesma: quando eu usava mitos em combinação com material clínico, experiências pessoais e insights do movimento feminista, o resultado era uma nova e mais profunda compreensão. Eu tinha iniciado com o mito de Psique, um mito que falava para mulheres que enfatizavam em primeiro lugar os relacionamentos. Depois falei de um segundo mito, cujo significado eu tinha desenvolvido. Esse mito descrevia as mulheres que se sentiam desafiadas em vez de desarmadas quando existiam obstáculos a serem superados ou tarefas a serem dominadas, e que, conseqüentemente, poderiam se desempenhar melhorna escola e fora, no mundo. A heroína mitológica era Atalanta, mensageira e caçadora que foi bem sucedida em ambos os papéis, vencendo os homens que tentavam vencê-la. Ela era uma bela mulher que fora comparada com Ártemis, deusa grega da caça e da lua. Esse modo de ensinar naturalmente incitava perguntas sobre outras deusas, e eu comecei a ler e a querer saber sobre o que elas representavam. Comecei a experimentar meus próprios "Aha!" como reação. Por exemplo, certa mulher ciumenta e vingativa entrou em meu consultório, e reconheci nela a raivosa e humilhada Hera, deusa do casamento e esposa de Zeus. O flerte de seu cônjuge provocou a deusa, levando-a a repetidos esforços de busca e destruição "da outra". Esta paciente era uma mulher que tinha acabado de descobrir que seu marido estava tendo um "caso". Tornou-se então obcecada com a outra mulher. Tinha fantasias vingativas, investigava os- atos e caminhos da outra. Tanto tentou pegá-los em flagrante que sentiu-se enlouquecer. Como típico de Hera, sua raiva não se voltava para o marido, que mentira para ela ou lhe fora infiel. Foi muito útil para minha paciente ver que a infidelidade de seu marido tinha uma resposta ao modo de Hera. Agora compreendia por que se sentia tão tomada pela raiva e como isso era destrutivo para ela. Pôde ver que precisava confrontar seu marido e o comportamento dele. Precisava encarar os problemas conjugais deles, mais do que tomar atitudes vingativas características de Hera. Então uma colega, sem que se esperasse, manifestou-se livremente contra a Emenda de Igualdade de Direitos, que eu estava defendendo. Por entre a raiva e a dor que senti, repentinamente deixei escapar um "Aha!" pela situação. Era, em nossas mentes, uma discordância de tipos baseados nas deusas. No momento, quanto a esse assunto, eu estava agindo e sentindo como Ártemis, arquétipo da Grande Irmã, protetora das mulheres. Minha antagonista, ao contrário, era como Atenas, a filha que nascera saltando das meninges de Zeus. Ela foi a deusa protetora dos heróis, defensora dos patriarcas, muitíssimo "filha do pai". Numa outra ocasião eu lia sobre o seqüestro de Patty Hearst. Compreendi que o mito de Perséfone, a donzela raptada, violentada e prisioneira de Hades, soberano do inferno, estava sendo completamente esgotado, desta vez nas manchetes dos jornais. Na época Hearst era estudante daUniversidade da Califórnia. Era uma filha protegida de dois modernos e muito ricos deuses olímpicos, ela foi raptada e levada ao inferno pelo chefe do "Symbionese Liberation Army" e, fechada num cubículo escuro, foi repetidamente violentada.
Bem cedo eu estava percebendo que existem deusas em cada mulher. Descobri que o fato de conhecer qual deusa se fazia presente aprofundava minha compreensão dos acontecimentos mais dramáticos. Por exemplo: qual deusa estaria mostrando sua influência quando a mulher prepara refeições e faz o serviço doméstico?
Concluí que era um simples teste: quando um esposo se ausenta por uma semana, como é que a sua mulher prepara uma refeição para si própria, e o que acontece no que diz respeito à arrumação da casa? Quando a mulher influenciada por Hera ou por Afrodite fica sem companhia, isso pode ser comparado a uma triste e sombria ocorrência. Um pouco de mortadela talvez lhe baste. Qualquer coisa que esteja na geladeira ouno armário é suficientemente bom para ela quando está só, em marcante contraste com as bem cuidadas ou boas refeições que ela prepara quando seu marido está no lar. Ela prepara as refeições para ele. Faz o que ele gosta, é claro, mais do que aquilo que ela prefere. Isso porque ela é uma boa mulher que proporciona boas refeições (Hera), é motivada por sua natureza maternal a tomar conta dele (Deméter), faz o que agrada a ele (Perséfone), ou procura ser atraente para ele (Afrodite). Mas se a deusa que a influencia é Héstia, a mulher arrumará a mesa e proporcionará a si própria uma verdadeira refeição quando estiver só. E a casa permanecerá na costumeira boa ordem. Se as outras deusas tomarem para si o encargo dos assuntos domésticos é mais provável que eles sejam negligenciadosaté pouco antes da volta do marido. A mulher tipo Héstia trará flores para si própria, flores que nunca serão vistas pelo homem ausente. Ela deixaráseu apartamento bem arrumado por causa dela mesma, e não por causa de alguém mais. E esse lugar, seu apartamento ou casa, será sempre considerado lar. A seguir veio a pergunta: "Os outros considerariam o caminho de se conhecer a psicologia das mulheres através de mitos um caminho útil e proveitoso?" A resposta veio quando eu palestrava sobre As deusas e a mulher. As ouvintes despertaram, intrigadas, e houve cochichos excitados pelo fato de se usar a mitologia como ferramenta de insigth. Este era um modo de se conhecer as mulheres, um caminho que estava persuadindo emocionalmente. Enquanto eu contava esses mitos, as pessoas viam, ouviam e sentiam; conforme eu os interpretava, as pessoas reagiam com um "aha!" Ambos, homens e mulheres, compreenderam o significado dos mitos como verdade pessoal, verificando alguma coisa que eles já sabiam e da qual eles estavam agora se tornando conscientes.
Também falei em encontros de organizações profissionais e discuti minhas idéias com psiquiatras e psicólogos. Partes deste livro foram primeiramente desenvolvidas como apresentação para as seguintes instituições: Associação Internacional de Psicologia Analítica, Academia Americana de Psicanálise, Associação Americana de Psiquiatria, Instituto Feminino de Associação Americana de Ortopsiquiatria e Associação de Psicologia Transpessoal. Minhas colegas acharam essa abordagem proveitosa e apreciaram o insight o padrão de individualidade e sintomas psiquiátricos que um conhecimento das "deusas" pode proporcionar. Para a maior parte de minhas colegas esta era a primeira exposição que tinham ouvido de uma analista junguiana sobre psicologia das mulheres. Somente minhas colegas junguianas estavam cientes de que eu estava e estou progredindo em minhas idéias sobre psicologia feminina, que diferem de alguns conceitos de Jung, tanto quanto estavam cientes de que estou integrando as perspectivas feministas coma psicologia arquetípica. Embora este livro tenha sido escrito para um público comum, o leitor junguiano especialista deverá notar o seguinte: a psicologiadas mulheres, baseada nos arquétipos femininos, desafia a aplicabilidade geral da teoria junguiana de anima-animus (ver capítulo 3, "As deusas virgens"). Muitos escritores junguianos têm escrito sobre deuses e deusas gregos como figuras arquetípicas. Fico-lhes agradecida por contribuírem com seu conhecimento e insights, e cito o trabalho deles. Contudo, ao selecionar sete deusas gregas e categorizá-las em três grupos específicos, de acordo com o modo como elas funcionam psicologicamente, criei uma novatipologia, e também um meio de compreender os conflitos intrapsíquicos. Dentro desta tipologia, acrecentei o conceito de consciência de Afrodite como terceiro método para a consciência enfocada e a percepção difusa, que já foram descritas na teoria junguiana.
Dois novos conceitos psicológicos adicionais são introduzidos, mas não aperfeiçoados, em primeiro lugar, as deusas proporcionam uma explicação para as incompatibilidades entre o comportamento das mulheres e a teoria dos tipos psicológicos de Jung. De acordo com esses tipos supõe-se que uma pessoa seja extrovertida ou introvertida na atitude; use sentimento ou razão como modo de avaliação; e perceba através da intuição ou sensação (através dos cinco sentidos). Além do mais, supõe-se que uma dessas quatro funções (pensamento, sentimento, intuição, sensação) seja mais conscientemente desenvolvida e confiável; seja qual ela for, supõe-se que a outra metade do par seja a menos segura ou menos consciente. As exceções do modelo de Jung "ou/ou, e mais desenvolvido/menos consciente", têm sido descritas pelas psicólogas junguianas June Singer e Mary Loomis.
Acredito que os arquétipos referentes às deusas proporcionam uma explicação para as exceções quanto às mulheres. Por exemplo, conforme a mulher "muda de conduta" e vai de uma faceta a outra de si própria, ela pode mudar de um padrão para outro de deusa: em um ambiente, por exemplo, ela é uma Atenas que presta atenção aos detalhes; em outra situação ela é uma Héstia introvertida, protetora da lareira, para quem "as águas silenciosas são profundas". Essa mudança explica a dificuldade de se determinar o tipo dela segundo Jung, pois a mulher tem muitas facetas. Ela pode estar muito conscientizada dos detalhes estéticos por influências de Afrodite) e não notar, por exemplo, que o fogão ainda está aceso, ou que o indicador do nível de gasolina registra quase vazio (detalhes que Atenas não perderia). A deusa predominante explica como uma função (neste caso a sensação) pode ser de modo paradoxal ao mesmo tempo altamente desenvolvida e inconsciente. Em segundo lugar, a partir da observação clínica concluí que o poder de um arquétipo representado por uma deusa (dominando o "ego" de uma mulher e causando sintomas psiquiátricos) compara-se com o poder atribuído a essa deusa historicamente – diminuindoinfluência da Grande Deusa da velha Europa, através de estágios, para as deusas gregas, que eram deusas filhas ou jovens. Embora este livro desenvolva a teoria e proporcione informações úteis ao terapeuta, ele é escrito para qualquer pessoa que queira entender melhor as mulheres principalmente aquelas mais íntimas, mais queridas, ou mais mistificadas para eles - e para as mulheres que queiram descobrir as deusas existentes no interior de si mesmas.
Rainha Mab - Amooo
*Trecho retirado do livro As Deusas e a Mulher - De Jean Shinoda Bolen
Que possamos nos reconhecer nas Deusas e assim trabalhar nossos pontos fracos e fortalecer-nos em nossas qualidades...
Um cheiro em todas vocês... )0( Sianna Mab)0(
Definitivamente está será a ultima vez que falarei sobre esse assunto, pois então que seja aqui, na minha casa, no meu cantinho... Desde o dia 06/01/2010 eu deixei de fazer parte da Tradição Star Fairy, eu que tinha sido iniciada em 1º grau dia 19/12/09. Os motivos e conclusões que me levaram a esta atitude no momento já não importam mais, basta que saibam que foi o melhor para mim. Estou focada e empenhada nos assuntos do Grupo de Estudos que a cada dia que passa se tornam mais sérios e mais profundos. Como sempre estou estudando muito, alias mais do que nunca, mas não me queixo, amo ajudar aqueles que querem saber mais da Deusa e de seus mistérios. Hoje posso dizer que estou rodeada de amigos maravilhosos, companheiros, irmãos da Arte que me ajudam a não deixar a peteca cair. Nestes meus 30 anos de idade a espiritualidade sempre foi minha busca, fui catequista, e quando evangélica fui lider de jovens, a fé desde sempre moveu meu espirito, encontrar respostas para meus questionamentos me tornaram o que sou hoje. Continuo buscando as minhas verdades, mas hoje a fonte onde mato a sede do meu espirito provêm Dela, a divindade cultuada a mais tempos sobre a face da Terra. A Grande Mãe, seja ela Astarte, Ishitar, Inanna, Isis, Diana, Danu, tanto faz, todas elas são a mesma, em cada cultura foi reverenciada e amada dessa forma. Sem querer ofender aqueles que seguem uma tradição, ou são tradicionais enquanto aos métodos iniciáticos de um Sacerdote, penso que o culto a Grande Mãe vai muito além dos nossos Covens, Groves ou Grupos Hierárquicos, ele está enraizado dentro do coração daquele que foi tocado por Ela e realiza transformações inimagináveis. Por melhor que seja a Tradição ou a Sacerdotisa, se faltar a inspiração, o toque da Deusa, nenhum treinamento mágico fará sentido, o amor a nossa Mãe é o nosso compromisso. Quando comecei na Bruxaria, não me auto dediquei nem iniciei, mas fiz um voto a Deusa durante meu aniversário de 26 anos, 1 ano depois que havia começado a estudar, o meu voto foi muito simples; "Darei sempre o meu melhor, agirei sempre com responsabilidade e jamais negarei ajuda a quem realmente quiser saber de Ti." Uma aspirante a bruxa fazendo votos de uma Sacerdotisa, e desde então é o que faço, me dedico todos os dias em colher conhecimentos que possam ser aproveitados por alguém que precise.
Exortação à Sacerdotisa... "...uma lider de um coven que seja forte e carismática, com frequência, torna-se o alvo das projeções de outros membros. Ela poderá ser vista como a mãe-terra que tudo dá, a eternamente desejável mas inatingivel mulher ou a profetisa que tudo sabe. É sempre uma tentação para ela acreditar nessas lisonjeiras imagens e alimentar-se psiquicamente da força energética nelas contidas, mas, se assim o fizer, interromperá seu próprio crescimento como verdadeiro ser humano. Mais cedo ou mais tarde, ela se atrapalhará e a imagem será destruida; os resultados poderão ser explosivos!" - Starhawk - Dança Cósmica das Feiticeiras
Não sigo os passos de ninguém, sigo apenas minha intuição e me deixo guiar pela Deusa. Nela eu sei que sempre posso confiar, sacerdócio é um compromisso muito sério, que exige dedicação, amor e humildade. Tudo se transforma, a Bruxaria é ciclica, aceitar mudanças de parametros faz parte da evolução da humanidade.
Eu amo ser filha da Deusa, ser Sacerdotisa Dela, sou ... com muito amor e prazer! Nada e nem ninguém jamais irá me tirar isso!
De 12 em 12 anos o planeta Jupiter retorna ao lugar onde ele estava no dia do nosso nascimento, esse evento conhecido como o "Retorno de Jupiter" tem a capacidade de transformar nossas vidas, criando situações e eventos que podem proporcionar um grande crescimento pessoal. Em 1991 eu passei pela 1ª vez por ele, e foi quando você apareceu em minha vida... você me apresentou uma Bárbara que eu não conhecia, você me apresentou a amizade verdadeira, e me apresentou o Victor...rsrs... meu 1º "ficante". Rimos muito... muito mesmo, mas choramos também... e em alguns momentos o silêncio falou por nós e então somente a companhia um do outro foi o suficiente. Nunca existiram segredos, mentiras, eramos nós mesmos, sem julgamentos ou criticas, apesar dos conselhos de um para o outro... um olhar era o bastante, e percebiamos que o outro não concordava. Foi assim sempre... quando você se mudou, a tristeza deu lugar a saudade, e então ficamos alguns bons anos sem se ver. Fomos viver... voar... desbravar o mundo!!! Até o dia em que sai de casa em 2000 decidida a achar a casa da sua mãe... e lembro exatamente do momento em que cheguei e você estava embaixo de um caminhão mexendo, todo sujo de graxa... rsrsrs... eu parei e te chamei pelo nome completo... e perguntei se aquela voz te dizia algo... você deu uma gargalhada... e disse: "Não acredito!!! Quer me matar do coração é?" E com os olhos cheios de água me disse: "Não é justo eu não poder te abraçar depois de tanto tempo, olha meu estado?" Eu dei risada e te abracei mesmo apesar de toda graxa... naquele momento parece que todos os anos de distância se apagaram, nenhum dia havia passado e passamos a tarde colocando todas as fofocas em dia... você tinha virado pai... rsrsrs... eu tinha me casado... e muita água havia rolado, mas como sempre havia aquela sinceridade, demos risada e choramos novamente juntos. E nos fizemos uma promessa... nunca mais ficarmos tanto tempo sem se ver ou se falar. E cumprimos até o fim!!! Mesmo as vezes esses encontros sendo totalmente sem querer, afinal acabamos morando proximo um do outro nos ultimos anos, nesses momentos aproveitavamos para falar das crianças... nossas filhas... da vida... e dos problemas do dia a dia! A ultima vez que nos vimos, há mais de 06 meses, foi na porta da escola onde as nossas meninas estudam, como sempre demos boas risadas... e nos despedimos como sempre, num longo abraço... seus abraços sempre tiveram o dom de curar qualquer dor que eu sentisse, quando em 2003 minha mãe teve o 1º derrame eu pensei que não suportaria, foi num abraço seu que juntei forças para cuidar dela. Quando engravidei logo depois, e surtei por uma série de fatores foi você que me lembrou que ser mãe seria uma benção! Quando minha mãe faleceu em setembro senti falta daquele abraço... daquele sorriso que me dizia sem palavras que tudo ficaria bem! Se eu soubesse que aquele seria nosso ultimo abraço teria prolongado o maior tempo possivel, não ficaram palavras a serem ditas... nosso amor sempre foi declarado, vivido, e embora muitos gostem de dizer que não existe amizade e amor verdadeiro entre homem e mulher, eu e você sabiamos do valor dessa amizade, desse amor incondicional. Mas você partiu desse mundo ainda jovem, deixou uma filha linda, uma familia e amigos que te amavam muito, e eu... que enxerguei no garoto da cantina um anjo, que reconheci sua alma pura, uma vez você me disse que existem amores maiores do que a vida e a morte, do que as circunstâncias e a distância, e que esses amores são os que realmente a gente leva no coração...(frase dita naquele 1ºreencontro em 2000) ... é... com certeza te levarei no coração eternamente. E quando a saudade bater, vou fechar os olhos, lembrar daquele sorriso largo, e certamente sentirei seu abraço outra vez, curando a saudade, consolando minhas dores... as lembranças manterão você intacto dentro de mim... como sempre esteve. Aquele abraço não foi um adeus porque sempre soubemos que nada acaba, foi só um até logo entre amigos que vão se encontrar a qualquer momento por ai... e assim como minha irmã, minha mãe e todos que foram antes de você, em breve te verei em sonhos, juntos daremos boas risadas outra vez... só não demore muito em dar noticias... você sabe que fico preocupada! Acho que não te disse na ultima vez que nos vimos, então só pra não perder o hábito: Te amo Doido... - Sua amizade foi um dos maiores presentes que recebi nessa vida - Esteja em luz! *** Flávio de Barros Figueiredo 10/12/1975 - 27/12/2009 *** Saudades eternas!!! Da eterna amiga Bárbara... a 1ª... antes de virar Babi ou Ayslla, aquela que você sempre chamou de "Nêga".
Hoje organizei meus sonhos em sequência e prioridades Descartei amores duvidosos, amores feitos de promessas Camuflados sob o manto do amanhã que nunca acontece Por medo, covardia, comodismo, insegurança ou... Sei lá. Não quero mais enigmas que devoram minhas expectativas Nem a face enrugada da tristeza refletida no meu espelho. Quero recriar a canção da minha vida em notas de alegria E resgatar o projeto original da menina que era feliz e sabia. Hoje eu disse adeus às promessas construídas em séries E abandonei as utopias feitas em cerâmica que trincaram. Não mais emprestarei minha alma a moldes disformes Nem usarei as lágrimas para umedecer o barro sem arte. Não quero o martírio de um paraíso do outro lado do muro Nem o mapa para que eu siga pistas de potencial vitória Quero a felicidade beijando minha boca com sofreguidão E o amor presente fazendo bagunça no meu coração. (Texto "Decisão", de Lady Foppa)
*** Recebi esse texto de minha amada amiga Terê Marques, num momento em que estava super triste, mas como deprê de pagão dura o tempo de uma barra de chocolate, 1 filme de comédia ou uma boa piada... minha vida voltou a se colorir, porque nossa Deusa é infinitamente sábia e tece a teia de forma porreta...rsrsrs... ai como eu amooooo ser pagã! Obrigado Terê por me lembrar através desse texto a essência da Guerreira Interior que mora dentro de mim! Amo-te! Aliás, amo todos vocês filhos e filhas da Deusa... que estão de algum jeito presos nessa teia à mim!
O poder curativo da Lua é liberado pela integração consciente de aspectos de nós mesmos que foram reprimidos, negados e relegados à escuridão do self consciente.
Para muitos, a Lua foi absorvida pelaSombra da psique, em parte formando aspectos da personalidade plena que foram rejeitados e que não cabem numa auto-imagem idealizada, aqueles traços e tendências que gostaríamos de fingir que nada têm a ver com nossa natureza. As técnicas psicológicas contemporâneas têm por objetivo tornar consciente o inconsciente, lançando uma luz na escuridão e, assim, iluminando o desconhecido, e, quer se reconheça ou não, elas estão seguindo os passos dos exploradores esotéricos. Esta é a passagem para o ladoescuro de nossa totalidade dividida e, assim como o nascimento físico começa naescuridão interior do útero, antes de emergir para a luz do nascimento terreno, o processo de renascimento espiritual inicia na escuridão do inconsciente, passando através das tradicionais fases da noite escura.
A tarefa com a qual nos defrontamos é a redescoberta da parte que foi perdida de nossa natureza e a origem das tendências inconscientes que estão sempre dividindo aspectos de nós mesmos sob as pressões do cotidiano. Que ações precisamos empreender e que mudanças de atitude e de auto-expressão são necessárias?
A transformação fundamental requer a inclusão de nosso eu obscuro, a percepção e o reconhecimento de nossa escuridão, sem condená-la, rejeitá-la ou negá-la ainda mais. Isto pode incluir o enfrentamento de nossas feridas emocionais, os instintos embotados, as paixões mais negras, a raiva e a frustração, nossas falhas e necessidades mais profundas, os sentimentos de rejeição e solidão, negatividade, os medos e nossa falta de significado, propósito e direção.
Perguntamos a nós mesmos: "O que há de errado e insatisfatório comigo e com minha vida? E o que posso fazer para mudar isto?". Tentativas de impor controle e racionalidade fracassam muitas vezes, mesmo quando superficialmente o estilo de vida é invejável; é aquele mal-estar interior que debilita cada vez mais, à medida que a energia se dispersa através de um self não integrado e insatisfeito.
As energias lunares oferecem cura e vitalização profundas, se pudermos descobrir suas raízes, que estão nos níveis mais profundas de nosso ser. Esta é a descida à psique primal, que pode passar por níveis de caos e vazio interior e áreas onde as fontes de energia de nossas emoções, sentimentos e instintos têm suas raízes — poderosas, selvagens e incontidas. Sua vitalidade e força podem nos chocar, porque estamos acostumados a controlar e atrelar estas forças vitais ao nosso condicionamento social e pessoal, e podemos evitar o enfrentamento de sua verdadeira natureza e o reconhecimento de sua existência dentro de nós mesmos. E um teste verdadeiro e uma iniciação passar, deliberada e conscientemente, através do portão que leva à escuridão, penetrando nos reinos das deusas e deuses negros, especialmente após uma repressão prolongada do "negro" pela "branca" luz solar da consciência. Mas como nossa realidade é dualista, devemos aceitar a validade da luz e da escuridão em nosso self, e criar um novo tipo de identidade consciente.
Não há caminho para uma maior unidade e integração que não passe pelo reino da Deusa Luna, e isto requer a fusão e a dissolução das barreiras artificiais entre o consciente e o inconsciente. A totalidade é abraçar simultaneamente o Sol e a Lua, e optar por esta jornada é um ato conscientemente sagrado, mesmo que um dos maiores desafios seja passar por reinos de loucura quando nosso racional analítico enfrenta "os demônios e diabos interiores". Nós mesmos os criamos e perpetuamos sua existência. Eles podem ser liberados através da transformação dos demônios em amigos e através da recuperação daqueles aspectos de nossa natureza que foram envenenados por nossas rejeições e negações; ao fazer isto, podemos descobrir que novas forças são liberadas dentro de nós para a expressão criativa, assim como nosso sentimento é unificado.
À medida que nossas projeções da sombra são reabsorvidas, passamos a enxergar com maior objetividade, e o poder das emoções, sentimentos e instintos é reequilibrado e torna-se capaz de uma expressão pessoal positiva, criativa e dinâmica. Percebemos os perigos de reprimir sentimentos e emoções e começamos a buscar formas mais seguras e construtivas de curar as feridas da nossa criança interior. Podemos aprender a nos nutrire a cuidar de nós mesmos, e a curar, através da aceitação e do perdão, os ferimentos de nosso passado. O portal da escuridão pode se tornar o caminho de uma oportunidade exaltada e a perspectiva de compreensão dos segredos da cura interior; a confiança e a fé no aconselhamento interior substitui qualquer dependência exterior das autoridades e do condicionamento social. Podemos enxergar através da iluminação fornecida por nossa própria luz interior, assim que a Lua Cheia desponta na escuridão.
Ao optar por uma abertura para nossa escuridão interior, conseguimos redespertar a Deusa da Noite no Submundo. Se construirmos barreiras defensivas contra a escuridão, o único resultado possível será o desequilíbrio, a divisão e as feridas causadas por nós mesmos; ao trabalharmos com as forças lunares, uma redenção potencial é possível, tanto para o pessoal como para o coletivo.
Com a redescoberta dos alicerces individuais, podemos reunir as energias da Água e da Terra em nosso ser, já que ambas estão associadas ao poder lunar e ligadas aos padrões arquetípicos do ciclo vida, morte, renascimento. Nossos sentimentos e emoções aquosos dependem de nossos corpos terrenos, e é através deste relacionamento que técnicas como o trabalho corporal e a massagem são tão eficientes para liberar estresses e tensões físico-emocionais presos em nossas formas físicas.
A Lua talvez exija uma rendição ao "chão do ser", que pode se equiparar aos padrões da Mãe, do Selfe da Terra, e é possível que seja esta saída do controle solar dominador doselfque liberte a renovada criatividade e fertilidade das energias lunares. Como reconhecem os artistas, ocultistas, amantes e mães, os novos impulsos só emergem quando o controle consciente é transcendido ou relaxado. O pensamento é afetado pela abertura para a Lua, à medida que tipos estranhos de inspiração fluem, conceitos profundos podem ser mais facilmente compreendidos e a intuição pode florescer como uma exaltação de instintosliberados e da orientação interior. As idéias criativas passam a ter maior poder e profundidade, demonstrando uma qualidade luminosa, obrigatória e imaginativa, expandindo-se aparentemente a partir de sua própria vontade de abarcar cada vez mais.
À medida que as raízes pessoais se estendem conscientemente para o interior da consciência individual, aumentam as perspectivas de cura, mas isto só ocorrerá se valorizarmos o lado escuro de nosso ser. Nunca é demais enfatizar esta questão, uma vez que ela é a chave da integração espiritual.
Texto retirado do livro: A Rainha da Noite - Paul Haydn
Beijinhus com gostinho de mel de flores silvestres...
Ahhh.... o amor... existe coisa mais inebriante, confusa e deliciosa do que o amor? Estou lendo o livro "Os Astros Comandam o Amor" - de Linda Goodman, e sua abordagem psicológica de cada signo comparando-os aos estagios de vida é simplesmente maravilhosa... E além disso o livro traz todas as combinações possiveis do Zodiaco, imagina se eu não estou devorando esse livro, que só tem, pasmem; 1064 páginas!!! kkkkkk.... muita informação...do jeito que eu gosto! Gosto dos meus livros como dos meus homens... grandes e complicados...kkkkkk... Como uma boa virginiana amo analisar... mas analisar demais as vezes atrapalha minha vida, fico medindo tudo, para fazer o melhor possivel... e ai pronto, minha espontaniedade vai para o espaço! E ao ler a combinação do meu signo com alguns com quem já me relacionei fiquei boquiaberta com a precisão das informações desse livro... ahhhh .... se eu o tivesse nas mãos há 15 anos atras, quanta burrada eu teria deixado de cometer, em quantas barcas furadas eu nem teria entrado... Se bem que o fim não me incomoda, o que me mata é prolongar um sofrimento em uma relação já fadada ao fracasso, quando você percebe que o amor, o tesão ou seja lá o que for, acabou... e não se tem coragem para colocar um ponto final. Algumas vezes eu prolonguei demais esse fim, por não saber o que dizer, como explicar o fim, quando o fim não tem uma explicação exata. Terminar um relacionamento seja ele de 1 mês ou de 10 anos, eu acho que dependendo da intensidade do que foi vivido nunca é facil. Principalmente para a parte que recebe esse baque, por mais que o fim seja previsivel. Já vivi amores impossiveis, platônicos, outros bem reais, intensos, profundos, e no fim das contas eu acho que não mudaria nada, pois tudo que sou hoje é a soma dessas experiências que vivi nesses 30 anos muito bem vividos! Vivo um momento de incertezas agora... sei lá, tem muita coisa mudando e muito rápido na minha vida, coisas que eu acredita, pessoas que eu amo estou vendo partir, cada dia é uma!!! Mas o que é a nossa vida afinal? Senão uma grande espiral, uma eterna roda, ciclíca onde tudo está em constante transformação. Inclusive eu mesma... mudando e me moldando a tudo que a vida me manda! Afinal a flexibilidade é típica em Virgem, mútavel por natureza... rsrs... Para quem tiver interesse em comprar ou ter maiores informações sobre o livro clique aqui
Meu ultimo post, a letra da música "Migalhas" falava muito do que estava sentindo, vivi mais um momento daqueles "delicados" que tudo que a gente deseja é sumir da face da terra, mas ai vem a Face Mãe da Deusa, que te pega no colo, te acarinha, e te sustenta! Ela tem me sustentado todo o tempo, tem me dado revelações maravilhosas a respeito da minha vida "mágica" e até mesmo da vida comum... como é bom ter uma relação de intimidade com os Deuses... E sei que isso é a ponta do icerberg, ser uma Sacerdotisa é isso... é viver à Serviço Dela, morrer por Ela se preciso for... Mas hoje esse post eu vou dedicar para algumas pessoas especiais que fazem parte da minha vida, e que sem elas não sei o que seria de mim... me dão apoio sempre...
Eu e minha filha Isabela, celebrando Ostara!
Eu e migatinha Pri... parceria q deu certo!
Davi...meu filhote caçula...amo!
Natan...futuro Sacer... minha metade, companheiro e confidente!
Grupo Pagão... minha familia...sempre se renovando!
Vocês fazem minha vida valer muuuuito a pena, e toda vez que eu penso em desistir é o apoio e o amor de vocês que me faz seguir, a Deusa usa cada um de vocês pra me aconselhar, consolar, ouvir e principalmente... me amar! Este amor que nos une é real e recíproco! Amo d+ vocês!!! Obrigado por fazerem parte da minha vida.
Um beijo com o aroma das flores do campo... Ayslla Mab
Sinto muito Mas não vou medir palavras Não se assuste Com as verdades que eu disser
Quem não percebeu A dor do meu silêncio Não conhece O coração de uma mulher
Eu não quero mais ser Da sua vida Nem um pouco do muito De um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz Não quero migalhas Do seu amor Do seu amor...
Quem começa Um caminho pelo fim Perde a glória Do aplauso na chegada
Como pode Alguém querer cuidar de mim Se de afeto Esse alguém não entende nada
Não foi esse o mundo Que voce me prometeu Que mundo tão sem graça Mais confuso do que o meu
Não adianta nem tentar Maquiar antigas falhas Se todo o amor Que voce tem pra me oferecer São migalhas, migalhas...
Todas nós filhas da Grande Mãe deveriamos fazer coro com Simone e não aceitar mais relacionamentos que não nos acrescentam, Não aceite Migalhas... vc merece o melhor!
Genteeeee pára tudo... toda vez que eu acho que as coisas vão entrar nos eixos vem alguma coisa pra revirar minha vida online de ponta à cabeça! kkkkk.... Vocês fiquem sabendo que fiquei mais de 1 mês sem computador, e o pior é que perdi tudo do meu HD, todas as pesquisas e leituras... TUDOOOOO! Nem preciso dizer que eu quase surtei... tive que baixar todos os ebooks outra vez, e começar de novo toda uma pesquisa em sites sobre o Sagrado Feminino, coisas que eu juntei ao longo desses 5 anos de estudos, ai gente eu fiquei muuuuito chateada! Mas como diz a sabedoria popular é pra frente que se anda e não adianta chorar o leite derramado, o negócio agora é pesquisar tudo outra vez... recomeçar do zero... Mas com a certeza de que tempos melhores viram, é primavera, acabamos de celebrar Beltane, a terra fértil nos convida a planejar, a sonhar, o auge do calor está chegando no Solsticio de Verão (Litha), o Sol com sua força e em seu ápice trará a paixão com sua furia total. Gostaria que soubessem que meu Beltane foi PERFEITO! Estar ritualizando no meio da mata com meus irmãos de coven foi algo maravilhoso... e ser amada e amar meu Bruxão, não tem preço! Agora minha vida anda meio corrida, porque serei iniciada em 1º grau em Litha, e os treinamentos da iniciação são puxados, mas ainda assim estou preparando material para o blog, só peço calma e aos seguidores do blog que não desistam de mim... Em breve muitas novidades irão surgir e colocarei vocês à par de todas elas! Um grande beijo a todos... cheios de saudades... prometo não sumir mais!